Livro: Código Limpo

Li esse livro faz mais de 1 ano. Havia emprestado para um colega da Gazeta do Povo e, como ele me devolveu essa semana, decidi retornar ao texto por curiosidade — o caminho para casa, de ônibus, é quase sempre dedicado à leitura. Me deparei com um capítulo (17) incrível que eu havia esquecido. Basicamente um resumo de muitos tópicos que o livro trata, com exemplos de código e o que (e não) fazer em cada situação.

Listo abaixo os tópicos relacionados à funções desse capítulo:

Parâmetros em excesso

As funções devem ter um número pequeno de parâmetros. Ter nenhum é melhor. Depois vem um, dois e três. Mais do que isso é questionável e deve-se evitar com preconceito.

Parâmetros de saída

Os parâmetros de saída são inesperados. Os leitores esperam que parâmetros sejam de entrada e não de saída. Se sua função deve alterar o estado de algo, faça-a mudar o do objeto no qual ela é chamada.

Parâmetros lógicos

Parâmetros booleanos explicitamente declaram que a função faz mais de uma coisa. Eles são confusos e devem ser eliminados.

Função morta

Devem-se descartar os métodos que nunca são chamados. Manter pedaços de código mortos é devastador. Não tenha receio de excluir a função. Lembre-se de que o seu sistema de código fonte ainda se lembrará dela.

Caso esse trecho tenha despertado o seu interesse pelo livro, fica uma dica: leia-o no original, em inglês, se você puder. Ou se prepare para uma tradução muito falha e que em alguns pontos requer muito tempo de interpretação e dedução.

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Martin, Robert C. – Código Limpo: Habilidades Práticas do Agile Software. AltaBooks, 2009.

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